Resenha histórica

Resenha histórica

REDATAM é o acrônimo de REcuperação de DATos para Areas pequenas por Microcomputador

O Centro Latino-Americano e Caribenho de Demografia (CELADE), que desde 1997 é a Divisão de População da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), iniciou o desenvolvimento do REDATAM na década de 1980, com apoio financeiro principal do Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento do Canadá, complementado por recursos da Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (ACDI) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Um de seus principais objetivos, mantido até hoje, é apoiar os Institutos Nacionais de Estatística e outras instituições produtoras de informação na sua necessidade de processar, analisar e disseminar tabulações para áreas pequenas que não podiam ser incluídas nos resultados oficiais dos censos, dada a limitação de impressão, entre outras.

Outro de seus objetivos iniciais — aprofundado com o aproveitamento das tecnologias atuais — é poder ser utilizado em um computador pessoal, processando os dados com grande velocidade, ocupando o menor espaço possível e, ao mesmo tempo, sendo fácil de usar.

Sobre as Versões do REDATAM

RedatamOne

A primeira geração do REDATAM, lançada em 1985, podia processar em um computador apenas uma região, província ou departamento de um país e a partir de apenas uma fonte de dados (censo ou pesquisa), levando várias horas no sistema operacional MS-DOS.

RedatamPlus

A segunda geração, denominada REDATAM-Plus, abriu caminho para a combinação de informação de diferentes fontes de dados em uma mesma estrutura hierárquica, permitindo a formação de bases multissetoriais com milhões de casos, a análise em maior detalhe e a exportação dos resultados a sistemas selecionados de GIS, como a interface com pcARC/INFO.

Em 1997 apresenta-se à comunidade de usuários a terceira geração, chamada winR+: REDATAM-Plus para Windows ver. 1.1 Winr+, um salto tecnológico ao ser desenvolvida sob o sistema operacional MS-Windows, com a possibilidade de processar uma base completa.

RedatamG4

No segundo semestre de 2001, avançamos até a quarta geração RedatamG4, focada em sua adaptação a usuários com diferentes níveis de instrução.

RedatamWin

Pela primeira vez o REDATAM se incorpora ao mundo da Internet, com o desenvolvimento do módulo Redatam Webserver, oferecendo o processamento online, o que impulsionou os países nas possibilidades de disseminação da informação utilizando os portais de Internet de cada instituição.

redatamSP

Esta versão posteriormente foi chamada de Redatam+SP em homenagem a Serge Poulard, um dos principais artífices do desenvolvimento desta geração.

Redatam7

Posteriormente, em 2014, a geração Redatam7 foi lançada oficialmente e é com a qual se trabalha atualmente. Inclui novas funções e melhorias substanciais nos módulos de criação de bases de dados, processamento e análise, administração e difusão online. Como é característico em cada geração, melhorou-se a velocidade de processamento, a facilidade de programação, a geração de tabulações e a exportação a vários formatos, incluindo o padrão da Linguagem Extensível de Marcação — XML.

Atualmente, em 2022, encontramo-nos em pleno desenvolvimento da nova geração RedatamX, alinhada com as mudanças tecnológicas, com suporte multiplataforma (Windows, Linux e Mac) e para processadores atuais (arquitetura 64 bits), que conta com o suporte estratégico das Nações Unidas (ONU), por meio de importantes fundos de cooperação técnica da CEPAL e da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) — e que convidamos você a utilizar e a fazer parte da crescente comunidade de usuários do REDATAM.